Um sonho que nasceu aqui.
E não vai parar até virar o mundo inteiro.
A gente transforma paixão cultural brasileira em coisa de jogar e colecionar. Começou no futebol. Não para nele.
Cultura primeiro,
sempre.
Todo produto nasce de uma paixão específica, com nome, lugar e memória. Ninguém aqui parte do mercado global pra depois procurar um Brasil que caiba nele. O formato viaja. A origem fica.
O que a gente já colocou de pé.
Jogo é um jeito de contar. Coleção de arte, quadrinho e o que ainda está por vir são outros. Cada formato novo é uma forma nova da mesma vontade de contar quem a gente é.
Cinco réguas pra qualquer coisa que sai daqui.
A referência é o anime e o game japonês: obra feita com a cultura de origem em primeiro plano, para o público de casa, que ainda assim atravessa o mundo e constrói admiração pela cultura que a gerou.
Escrever para quem é de casa.
Se o brasileiro não reconhece a peça como dele, o estrangeiro recebe uma cópia sem alma.
Traduzir a língua, nunca a cultura.
Apelido, gíria, resenha e contexto se legendam. Nunca se diluem.
Específico vence genérico.
Nome próprio sempre ganha de categoria. Dadá Maravilha em vez de "um ídolo histórico".
Formato exportável, conteúdo local.
O que viaja é o formato: card, jogo, HQ. O que emociona é o específico.
Isso é acúmulo, não campanha.
A marca se constrói em camada, uma peça de cada vez. Nada aqui depende de um lançamento dar certo.
Calor e luz, nunca bandeira.
O brazilcore é uma onda de atenção, e a gente fica perto dela sem se apoiar nela. O que esse movimento valoriza de verdade — o feito à mão, a assinatura humana, o cuidado que não se automatiza — já mora aqui há muito tempo.
Quem cria tem nome, assina e recebe por isso.
A gente nunca escreve "um time de artistas" quando dá pra escrever os nomes. Todo projeto do portfólio traz sua página de créditos.
O regional vem antes do nacional.
Um bairro específico conta mais do que o país inteiro junto.
Quem vive a cultura diz se a peça está no ponto.
Homenagem e caricatura podem nascer da mesma imagem. O que separa uma da outra é quem conta a história, e essas memórias não são nossas.
O que volta pra origem, a gente conta sem alarde.
Quando um artista ou uma comunidade recebe algo de volta por inspirar um produto, isso vira um crédito ou uma legenda no lugar certo.
Sonhadora. Ousada.
Autoral. Calorosa.
A base é uma confiança tranquila, herdada do símbolo: o menino na rede, olhando o horizonte com calma. É a voz de quem já sabe o que está fazendo, e não de quem grita pra ser notado.
Construindo à vista de todos.
Processo, decisão e bastidor, contados por quem está fazendo.

Argentina 3 x 2 Egito: virada histórica ou roubo? A polêmica que incendiou a Copa
O Egito vencia os atuais campeões por 2 a 0 aos 34 do segundo tempo e caiu com uma virada nos acréscimos. Gol anulado pelo VAR, pênalti não marcado e reclamação oficial contra o árbitro François Letexier: entenda por que os egípcios falam em roubo — e por que a FIFA nega.

Portugal 2 x 1 Croácia: a vaga veio, mas foi no sufoco — enquanto a França passeia
Round of 32 da Copa 2026: Ronaldo e Gonçalo Ramos marcam, Perišić assusta e a Croácia ainda balança a rede num lance invalidado no fim. Do outro lado da chave, a França atropelou a Suécia com show de Mbappé.

USA 2 x 0 Bósnia: Balogun e Tillman garantem a vaga nas oitavas
Round of 32 da Copa 2026: os EUA nunca ficaram atrás, mataram o jogo no 2º tempo e avançaram com um 2 a 0 tranquilo sobre a Bósnia.
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